Edifícios de uso misto ganham espaço nas cidades
A dinâmica urbana contemporânea tem impulsionado a adoção de novos modelos de construção e ocupação do espaço. Entre as tendências que ganham força, os edifícios de uso misto se destacam como uma solução eficiente para otimizar áreas nas cidades e promover uma integração mais fluida entre moradia, trabalho e lazer.
Esses empreendimentos unem, em uma única estrutura, diferentes funções, como unidades residenciais, comerciais, escritórios e serviços. Essa multifuncionalidade não apenas maximiza o aproveitamento do terreno, mas também contribui para a revitalização de regiões e para a criação de ambientes urbanos mais dinâmicos e autossuficientes.
Avanço na inteligência artificial molda o cenário de negócios
Em 2026, o ambiente corporativo, especialmente em vendas complexas, enfrenta um cenário mais exigente. A inteligência artificial (IA) emerge como um fator central, influenciando não apenas a automação de tarefas, mas também a tomada de decisões estratégicas. Segundo Lucia Haracemiv, CEO e fundadora da DNA de Vendas, a IA atua como uma camada de inteligência sobre a operação, ajudando a identificar padrões e acelerar decisões.
No entanto, ela ressalta que a tecnologia amplifica o que já existe. “A inteligência artificial não resolve uma operação comercial desorganizada. Ela amplia aquilo que já existe”, explica Haracemiv. Empresas com processos claros e gestão eficiente tendem a ver a IA acelerar seus resultados, enquanto a fragilidade na base comercial é apenas evidenciada.
Produtividade e o vendedor híbrido em destaque
O conceito de produtividade comercial também está em evolução. Em 2026, o foco se desloca da mera quantidade de atividades – como ligações e e-mails – para a qualidade e a capacidade de avançar o cliente na jornada de compra. Indicadores como a profundidade do diagnóstico e a taxa real de avanço entre etapas ganham relevância.
Paralelamente, o vendedor híbrido consolida-se como o perfil dominante. Este modelo, que combina alcance digital com momentos presenciais estratégicos, mostrou-se eficiente para atender diversos perfis de clientes, conforme apontado por estudos da McKinsey. O desafio agora é definir quais interações são mais eficazes remotamente e quais demandam proximidade física.
Hiperpersonalização e a consolidação da confiança
A hiperpersonalização deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito básico no relacionamento com o cliente. Em um mercado saturado de abordagens, mensagens genéricas perdem eficácia rapidamente. As empresas precisam avançar no uso de dados para construir abordagens contextualizadas, considerando o momento da empresa-alvo e seu segmento.
Com o avanço tecnológico, o fator humano ganha ainda mais importância nas vendas complexas. A confiança torna-se um ativo comercial valioso, à medida que compradores buscam reduzir riscos e justificar decisões internas. O vendedor assume um papel mais consultivo, auxiliando o cliente na organização de prioridades e na tomada de decisões seguras.
Integração marketing-vendas e formação contínua
A integração entre as áreas de marketing e vendas é crucial em 2026. Com jornadas de compra cada vez menos lineares, é essencial que as empresas avancem em estruturas mais integradas de receita, com metas e critérios de qualificação compartilhados, além de análise conjunta de dados.
A formação contínua dos profissionais também se estabelece como condição para manter a competitividade. Treinamentos desconectados da rotina perdem espaço para programas de desenvolvimento que acompanham a prática, com análise de indicadores e aplicação direta no dia a dia. O vendedor precisa aprender a atuar em um ambiente em constante mudança, o que exige gestão próxima e clareza sobre a execução.
Execução como diferencial competitivo
Vender melhor em 2026 demandará mais inteligência comercial, maior integração entre áreas e a capacidade de transformar dados em ação. A vantagem competitiva não residirá apenas na adoção de mais ferramentas, mas na habilidade de conectá-las a processos comerciais bem estruturados, gestão ativa e equipes preparadas.
Em um mercado mais competitivo, a capacidade de executar as estratégias de forma eficaz será o principal diferencial para o crescimento sustentável das empresas.
