Fortaleza, Curitiba e SP lideram busca por imóveis econômicos em 2026

Fortaleza, Curitiba e SP lideram busca por imóveis econômicos

As oportunidades mais promissoras no mercado imobiliário brasileiro de padrão econômico estão concentradas em capitais que vão além do tradicional eixo de grandes investimentos. Dados recentes do Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil), referentes ao quarto trimestre de 2025, apontam Fortaleza, São Paulo e Curitiba como as líderes nacionais na procura por imóveis voltados para famílias com renda mensal entre R$ 2 mil e R$ 12 mil, e unidades com valor entre R$ 115 mil e R$ 575 mil.

A capital cearense encabeça o ranking, apresentando uma nota de atratividade considerada muito alta, 0,879. Em seguida, São Paulo aparece com 0,850, e Curitiba com 0,846. Essa tendência reflete um aquecimento e expansão urbana nessas regiões, indicando um cenário fértil para negócios imobiliários estratégicos.

O que o ranking revela sobre o mercado imobiliário

O Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil) compilou dados do final de 2025, evidenciando um movimento claro no setor. Fortaleza se destaca como a principal capital em demanda por imóveis econômicos, sinalizando crescimento e dinamismo em seu mercado.

São Paulo, um polo econômico já conhecido, mantém sua força, ocupando a segunda posição. Curitiba surpreende ao se firmar em terceiro lugar, demonstrando um forte interesse por unidades imobiliárias acessíveis na capital paranaense.

Outras capitais também aparecem no levantamento:

  • Goiânia figura na quarta posição com 0,776.
  • Recife fecha o top 5, registrando 0,732.
  • Na sequência, aparecem Maceió, Brasília, Salvador, Sorocaba e Rio de Janeiro.

O papel do corretor estratégico no mercado atual

Diogo Martins, CEO do Instituto Brasileiro de Educação Profissional (IBREP), ressalta que esses números representam oportunidades valiosas para profissionais que conseguem interpretar o mercado. “Esses dados mostram crescimento econômico, expansão urbana e oportunidades concretas para o profissional que entende a dinâmica das cidades”, afirma Martins.

Ele destaca que os corretores mais preparados são aqueles que vão além do endereço tradicional, compreendendo que o potencial de uma cidade está ligado à sua capacidade de gerar demanda, renda e valorização. “É aí que está a diferença entre quem apenas vende e quem constrói uma carreira sólida no mercado imobiliário”, completa.

Martins enfatiza a necessidade de um novo perfil para o corretor, que deve dominar dados, realizar análises regionais e antecipar movimentos de consumo. Segundo ele, “o mercado imobiliário está cada vez mais técnico”.

O IBREP, fundado em 2006 e referência na formação de corretores, tem investido em cursos que preparam os profissionais para essa nova realidade. Com mais de 40 polos de atuação, o instituto capacitou milhares de corretores e, em dezembro de 2025, obteve homologação do MEC para sua Escola Superior Imobiliária, com cursos superiores previstos para 2026.

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